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 Lost Unfinished Tales
ARQUIVO DE TEXTOS DO LUT
Data: 12 de março de 2005
Local: Mirkwood (Parque do Ibirapuera)
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O cavaleiro andrógino e o olifante misterioso
Era uma vez um cavaleiro que estava vagando pelas aldeias da Bretanha do século XIII. Certo dia, ele chegou a uma aldeia deserta, onde todas as casas e estrebarias haviam sido devastadas.
Então, o guerreiro olhou desolado, e chorou pela destruição das florestas, mas sabia que tinha que prosseguir para poder alcançar aqueles servos do mal a tempo de recuperar a preciosa lança.
Após se desfazer de sua arma, ela demonstrara ser uma verdadeira guerreira e partiu para cima dos inimigos, socando-os até que todos estivessem desmaiados por todo o salão.
Enquanto isso elfos, anões e outros seres fantásticos perseguiam um pica-pau mágico pela floresta mágica por entre as árvores mágicas, para fazer uma poção nunca feita antes.
Tiveram muitos problemas para conseguir os ingredientes para tentar fazer a poção. Depois de vários dias pesquisando, semanas recolhendo ingredientes bizarros e meses preparando, a poção ficou pronta. E falhou.
Ela falhou. No entanto, estava decidido a não desistir. Tomando a firme resolução, prosseguiu pela estrada que antes havia temido, mas agora se mostrava um novo desafio. Um passo de cada vez.
E lá longe, em uma taverna, quinze bêbados brigavam por uma caneca de cerveja, quando uma cabeça rolou no chão e todo mundo saiu correndo, quando o cavaleiro apareceu.
Então, ergueu sua espada para atacar o inimigo. Nesse momento, surpreso com tamanha coragem da figura à sua frente, o inimigo recuou.
Ao se organizar, o inimigo organizou seu exército para um segundo ataque a Helm. Com uma ira incrível fez um ataque total. Mas, no instante fatal, um exército de trolls malucos atacam toda a comida e resolvem assar as aranhas, fazendo um piquenique na floresta. Após comer tudo, eles adormecem.
Surge um grande coelho e em cima dele, um olifante cor-de-rosa uivava de dor por causa daquele espinho que o maldito hobbit enfiara na sua orelha de abano.
A grande besta alada viveu feliz para sempre.
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