
|
 Lost Unfinished Tales
ARQUIVO DE TEXTOS DO LUT
Data: 07 de maio de 2005
Local: Topo do Vento (CCSP)
|
Os eflúvios da garrafa iluminada de Alá
Há muito tempo atrás, numa galáxia muito próxima da Terra, vivia um garoto alienígena com rabo de macaco. Num belo dia, caiu uma nave que estava sendo pilotada por um hobbit maluco chamado Zed. Ao ver a nave, o garoto imediatamente parte para cima do hobbit tentando comê-lo. Fugindo do menino macaco, ele cai dentro de um buraco que conduz ao centro da terra. De repente, surgem um velociraptor furioso, pois não comia há dois dias e começa a perseguir a mascote perdida da amada do herói, que nessa hora estava procurando no outro lado.
No momento crítico daquela fatídica batalha entre as pedras, sob o sol escaldante, uma garrafa de vidro (que nem Allah sabe como estava lá) refletiu o brilho do sol nos seus olhos.
Ele cambaleou, incapaz de compreender o equilíbrio entre a morte de seus sonhos e a beleza indestrutível de sua tristeza viva. Caiu sobre o solo sólido e intransponível da realidade, de onde observa o céu infinito de novos horizontes.
Sua confiança inabalável sofreu um baque porque algo aconteceu que ele não previa... Uma luz surgiu do nada e o cegou por alguns instantes. Abriu os olhos e viu uma luz que quase ofuscou seus olhos, após se recuperar viu alguns cavaleiros Nazgul vindo ao seu encontro armados com suas espadas, pensou em fugir mas não conseguiu e dormiu profundamente.
Dormiu tanto que acordou tarde demais. Todos olharam para sua cara inchada e seus olhos remelentos com espanto, e ele então soube: Tinha perdido toda a razão para continuar lutando. Mas seu objetivo era nobre demais para ser abandonado, e então esqueceu os ferimentos e daí ela resolveu parar para descansar um pouco.
Não mais que de repente ela ouviu um barulho estranho vindo de uma moita. Corajosa como era, resolveu investigar. Levou um grande susto quando viu um grande ramo de Telperion, a árvore dourada.
Sem nunca ter visto tamanha beleza em um lugar como aquele o nobre elfo retirou o ramo do pântano amaldiçoado e levou-o consigo. Sua vida mudou totalmente após aquela estranha conversa com seus ancestrais, todos sentados em círculo, ouvindo as palavras antigas de seu povo levando as palavras adiante.
Que belas palavras, cheias de sentimento mas fúteis, mentirosas, pois no instante seguinte o nobre elfo se fora, deixando a pobre elfa sem amor e sem lar. A pobre elfa então chorou copiosamente, lamentando o seu terrível destino que o levava a buscar aquela jóia em lugares tão perigosos; então dormiu entrando em profundo sonho, ele sonhava com sua busca, pela floresta nas terras médias.
Encontrar sua elfa, pois não toleraria a traição e iria arrancar a cabeça dela a machadadas, nem que para isso precisasse ir aos confins da terra. Assim, ele chamou Torg, o anão caolho, pegou seu grimoire, e juntos partiram para a floresta.
E na floresta encontraram o grande pássaro de asas negras; "Nunca Mais" ele disse para o homem acompanhado da mulher que carregava a flauta encantada e falava que era má, muito má mesmo!!!
Era uma bela flauta. E era uma Flauta Encantada! Foi assim que, de repente, ela começou a toca e, sozinha, uma melodia enfeitiçada. As notas da melodia se materializaram no ar em eflúvios de luz e cor, e todos os males começaram a ser curados, todas as dores cessaram, todos os gemidos se calaram e todos os Malas* se evaporaram da Terra.
E todos viveram felizes para sempre, envolvidos pelo encantamento da melodia abençoada.
<< voltar
|
 |